Saúde da população quilombola no Brasil e a luta pela efetivação do direito de existir: Equidar é preciso!

Ana Léia Moraes, Quilombola, Médica, Pesquisadora, Ativista do Movimento Negro e Quilombola; Membra do Coletivo de Saúde da CONAQ – Belém;Ana Maria Eugenio da Silva, Universidade Federal do Ceará (UFC), Programa de Pós-Graduação em História Social – Quixadá, Ceará. “somos povos de trajetórias, não somos povos de teoria. Somos da circularidade: começo, meio e começo.Continuar lendo “Saúde da população quilombola no Brasil e a luta pela efetivação do direito de existir: Equidar é preciso!”

Temos que dar ibope aos bons… 

De Ana Paula Ferreira* O esforço de poucos para trabalhar por muitos precisa ser visto. Mas você sabia que  o seu direito, o direito de milhões de brasileiros, são conquistas de pequenos grupos que se dedicam à essa causa?  Profissionais da saúde e movimentos sociais organizados, coletivos, OSC, se  debruçam a lutar por justiça social,Continuar lendo “Temos que dar ibope aos bons… “

Articulação é um ato político

Pai Celso Ricardo de Òsògìyán* Quero agradecer pela participação e as contribuições das pessoas que estiveram conosco ontem, na Reunião de Revisão do Mapeamento de Articuladores. Foi um momento sublime, de encontro e grandes reencontros entre nós, o que amplia a nossa capacidade de articulação e parceria, com vistas à mobilização da sociedade para aContinuar lendo “Articulação é um ato político”

Participação popular

*Da Rede Nacional de Religiões Afro-Brasileiras e Saúde A Rede Nacional de Religiões Afro-brasileiras e Saúde (Renafro Saúde) participou do 1º Encontro Nacional de Observatórios de Saúde nas Periferias, promovido pelo Ministério da Saúde e realizado de 21 a 23 de junho de 2024, no Rio de Janeiro. Durante o evento, que contou com aContinuar lendo “Participação popular”

Reflexões sobre racismo

Ana Paula Febatis* No Brasil, há diversas pessoas que não sabem quem são, não conhecem suas raízes, e nãoentendem a razão de passar por certas situações, e porque acontecem com elas. E sabepor quê? Porque não se identificam como pessoas afro-brasileiras…Sabem que não são brancos, mas preferem se identificar como morenos ou morenas,marrom bombom, mestiços,Continuar lendo “Reflexões sobre racismo”